Há dias assim,
Em que pese embora o Sol Brilhe,
E a nossa alma esteja em Paz,
E o caminho que seguimos seja aquele que é certo,
O coração se aperta,
Numa saudade infinda,
Numa ansiedade inquietante.
Num Pré-Bloqueio que pode arrastar-nos para a inação,
para o sofrimento, para a depressão. Para a escuridão.
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Urge então Parar!!
Respirar fundo.
Acalmar os pensamentos,
E se não o lograrmos fazer, pedir a Deus e aos nossos companheiros de caminho inspiração para tal.
Urge lembrar que não estamos Sózinhos,
Que há sempre "Algo Mais":
O Deus;
A força das orações e pensamentos positivos de quem nos quer bem.
E que estas intuições de que 'algo' se aproxima
São armadilhas do Ego
Que nos afastam da Serenidade.
E que a simples certeza de que TUDO TEM UMA RAZÃO DE SER,
De que não nos são dadas mais "provas" do que aquelas que podemos suportar e superar,
Mas apenas as que são necessárias para podermos CRESCER,
E que no Silêncio alcançado pela e através da Meditação nos reconduz
Á Paz e tranquilidade interior.
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
quarta-feira, 22 de Abril de 2009
Anos Dourados - Tom Jobim e Chico Buarque
Parece que dizes:
Te amo, Maria.
Na fotografia, estamos felizes.
Te ligo afobada e deixo confissões no gravador...
Vai ser engraçado se tens um novo amor.
Me vejo a teu lado: Te amo? Não lembro.
Parece dezembro, de um ano dourado.
Parece bolero, te quero, te quero.
Dizer que não quero, teus beijos nunca mais,
teus beijos nunca mais, não sei se eu ainda,
Te esqueço de facto...
No nosso retrato, pareço tão linda.
Te ligo ofegante e digo confusões no gravador.
É desconcertante, rever o grande amor.
Meus olhos molhados, Insanos dezembros.
Mas quando eu me lembro, são anos dourados.
Ainda te quero Bolero, nossos versos são banais.
Mas como eu espero.
Teus beijos nunca mais.
Teus beijos nunca mais.
Joana Machado - "A Casa do Óscar"
Viajei ao som de Joana Machado, "A casa do Óscar", com músicas de Chico Buarque, Vinicius e Jobim.
Sabe sempre bem conhecer novas versões dos "velhos temas" de Bosssa ou Jazz.
Algumas das versões deste CD são "estranhas" em termos melódicos, quase sugerindo uma desarmonia. Ressalta a perfeição da interpretação vocal da Joana Machado, mas parece faltar-lhe "alma".
Estranha-se...mas por isso mesmo sinto necessidade de re(ouvir). Para apreender os pormenores.
Sem ainda o ter ouvido as vezes necessárias, para já chamou-me a atenção as versões de "Eu te amo" e "Anos Dourados", em que os arranjos arrojados e a limpidez da exposição da voz de Joana Machado permitem, ao despir os temas de floreados, esquecer a melodia e tomar plena percepção da força das letras e palavras e das histórias que as mesmas contam.
Sabe sempre bem conhecer novas versões dos "velhos temas" de Bosssa ou Jazz.
Algumas das versões deste CD são "estranhas" em termos melódicos, quase sugerindo uma desarmonia. Ressalta a perfeição da interpretação vocal da Joana Machado, mas parece faltar-lhe "alma".
Estranha-se...mas por isso mesmo sinto necessidade de re(ouvir). Para apreender os pormenores.
Sem ainda o ter ouvido as vezes necessárias, para já chamou-me a atenção as versões de "Eu te amo" e "Anos Dourados", em que os arranjos arrojados e a limpidez da exposição da voz de Joana Machado permitem, ao despir os temas de floreados, esquecer a melodia e tomar plena percepção da força das letras e palavras e das histórias que as mesmas contam.
domingo, 15 de Março de 2009
quarta-feira, 4 de Março de 2009
Saltimbanco Louco _ Mafalda Veiga

Não me ensines os caminhos
Quero rasgá-los no meu peito
Quando aprendemos sozinhos
Parece que há mais direito
A ter inteira a tua alma
A ter inteira a tua alma
Roubar-ta quando não esperas
E abraçar-te no colo sem saberes
Como se faz a um amor que se perdera
Assim andarás comigo
Assim andarás comigo
Quando de ti não souberes
E não te ensino os caminhos
Para tomares os rumos que quiseres ...
quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009
Carnaval

Adoro o Carnaval...
Em outros anos passei horas a preparar com
um cuidado minucioso as minhas fantasias...
de Gueixa, de Indiana, de Ciganita...
Ri imenso, cantei, dancei.
..............
..............
Este ano, chorei, ri e emocionei-me ao "arquivar" e "empacotar" toda a vida do meu PAI,
ao desfolhar as recordações... ao descobrir (ou relembrar) o que significa AMOR INCONDICIONAL, que há amizades que são mesmo para toda a vida ( e para além dela), o verdadeiro sentido dos laços familiares e da força que neles reside. Ao sentir todo o peso da palavra
"AUSÊNCIA".
quarta-feira, 18 de Fevereiro de 2009
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